Os mestres João Bosco da Silva e José Carlos Patrício dividem suas visões sobre o cenário social em relação as práticas de aprendizagem e reconstrução de conhecimento. Ambos são religiosos de matriz africana e carregam aliados à experiência acadêmica e profissional os saberes do cotidiano dessa realidade afrobrasileira.

Como agentes da educação, eles acreditam na pluralidade de vozes, como também em uma sociedade que reconheça e respeite as diversidades culturais dos povos que compõem a historia do Brasil.

João Bosco e José Carlos foram mediadores do minicurso “Lendas Iorubanas: a cultura religiosa de matriz africana – a sabedoria de um povo no cotidiano da educação básica”, ofertado durante a XIII Jornada Desigualdades Raciais na Educação Brasileira promovida pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas Sobre Relações Raciais e Educação NEPRE/UFMT.

Fala Aí: João Bosco da Silva e José Carlos Patrício

Os mestres João Bosco da Silva e José Carlos Patrício dividem suas visões sobre o cenário social em relação as práticas de aprendizagem e reconstrução de conhecimento. Ambos são religiosos de matriz africana e carregam aliados a experiência acadêmica e profissional os saberes do cotidiano dessa realidade afrobrasileira. Como agentes da educação, eles acreditam na pluralidade de vozes, como também em uma sociedade que reconheça e respeite as diversidades culturais dos povos que compõem a historia do Brasil. João Bosco e José Carlos foram mediadores do minicurso "Lendas Iorubanas: a cultura religiosa de matriz africana – a sabedoria de um povo no cotidiano da educação básica", ofertado durante a XIII Jornada Desigualdades Raciais na Educação Brasileira promovida pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas Sobre Relações Raciais e Educação NEPRE/UFMT. E agora compartilham com o Com_Texto esse movimento de descolinização das referências e incorporação de novas possibilidades!

Publicado por Com_Texto em Segunda-feira, 28 de outubro de 2019